Miguel Alcade Bridal Atelier | A Tiara de Leuchtenberg
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A Tiara de Leuchtenberg

A Tiara de Leuchtenberg

Quem me segue nas redes sociais já deve estar sabendo que ando mergulhado em pesquisas e referências para a nova coleção que vou lançar em fevereiro. Por enquanto não posso revelar nada, é tudo segredinho ainda, mas em breve eu prometo que vocês serão as primeiras a saber sobre as novidades que estou preparando… Aguardem!

E entre uma pesquisa e outra, uma tiara super especial me chamou a atenção: a Tiara de Leuchtenberg! O nome já é um luxo, mas meu deus… O que são as gemas dessa joia!!! Simplesmente maravilhosas! E não estou falando dos diamantes – que são fabulosos, evidentemente – , mas das poderosas safiras azuis que arrematam essa preciosidade.

Trata-se de uma tiara da família real sueca que inicialmente pertencia à Imperatriz Josefina. Depois de seu casamento com Napoleão, a soberana encomendou outras peças para formar um conjunto completo de joias, que foi chamado de Tesouro de Leuchtenberg. Além da joia de cabeça, o conjunto conta com um colar magnífico, um par de brincos, um broche e dois delicados grampos.

A criação do Tesouro de Leuchtenberg é atribuída a Marie-Étienne Nitot, joalheiro oficial do imperador Napoleão I e fundador da Casa de Chaumet. As safiras azuis usadas no conjunto são consideradas como um presente de casamento do imperador para a princesa Augusta da Baviera, duquesa de Leuchtenberg, quando se casou em 1806 com seu entediado, Eugène de Beauharnais, do primeiro casamento de sua esposa, a imperatriz Joséphine. Hoje a parure pertence à rainha Silvia, da Suécia, que volta e meia deixa o mundo encantado com a beleza dessas valiosas joias.

A parure é considerada uma das mais belas criações e também um dos conjuntos mais importantes da história da joalheria.  A tiara consiste em 11 apliques que podem ser usado de praticamente qualquer forma, desde uma tiara até uma coroa. Detalhes: a peça permite ser ajustada para se encaixar perfeitamente na forma da cabeça de quem a usa. A tiara apresenta 11 grandes safiras em forma de retangulares em forma de retângulo, colocadas sobre uma base de ramos e folhas trabalhadas a partir de 11 diamantes em formato oval e centenas de diamantes menores.

Outro ponto notável no design dessa joia é o fato das safiras poderem ser trocadas por outras pedras preciosas. Isso é o que se pode chamar de uma joia versátil, não é mesmo, meninas? Eu adoro a peça no formato original, com as safiras azuis, que realçam o brilho dos diamantes. E vocês? Quais outras gemas gostariam de ver nessa obra de arte?

Beijo, beijo!

Miguel Alcade

 

 

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