Miguel Alcade | Diamantes Famosos
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Diamantes Famosos

Diamantes Famosos

Série diamante – capítulo 8

Em mais um capítulo dessa série tão especial sobre diamantes que preparei para vocês, minhas rainhas, que tal conhecermos um pouco mais sobre os mais ilustres diamantes que já existiram? Afinal, já cantava Marilyn Monroe: “diamonds are a gilrs best friend” e, certamente, joias com diamantes inspiram lendas e histórias incríveis.

Uma delas é do diamante Hope. 44,5 quilates de um azul profundo, o diamante apelidado de Hope, que significa esperança em inglês, foi possuído por Luis XV, mas roubado durante a Revolução Francesa. Quando reapareceu em Londres, foi adquirido pela família Hope que, depois da aquisição, perdeu toda a fortuna. Edward Mclean, que também foi possuidor desse diamante, acabou, coincidentemente, também na pobreza. Todos esses fatos fizeram com que o diamante Hope ficasse famoso pela sua pouca sorte ou de quem o conquistasse.

Apesar das histórias aterradoras, o diamante hoje está em posse do Instituto Smithsonian de Washington desde 1958. Desde então, nenhum acontecimento estranho aconteceu. Há alguns anos, o Instituto disponibilizou o diamante para ser exposto ao redor do mundo, arrecadando dinheiro para projetos de caridade. E, além de chamar a atenção pela sua lenda fascinante, é incrivelmente belo, em sua coloração azul profundo.

A história do diamante Hope é extremamente fascinante e eu, particularmente, adoro essas lendas que circundam as joias ao longo da história. Mas outros diamantes ganharam visibilidade, não apenas pelas histórias impressionantes, mas também pela beleza e magnitude. Um deles é o Culinan – um dos maiores diamantes já encontrados na terra. Para se ter uma ideia, quando bruto, chegou a apresentar 3.106 quilates. Reza a lenda que quando ele foi encontrado por Frederick Wells, nas profundezas de uma mina na África em 1905, o inspetor da mina jogou a gema fora por não acreditar que se tratava de um diamante.

O grande Cullinan foi cortado em 9 gemas principais e 96 menores, dando origem a outro grande marco na joalheria: o Cullinan I. Em lapidação pera, é o maior diamante lapidado que se conhece até hoje, de 530,2 quilates. Apelidado de “Estrela da África”, essa joia impressionante adorna o cetro do Rei Eduardo VII e, atualmente, se encontra na torre de Londres. Eu tive o privilégio de ver ao vivo essa joia espetacular e digo a vocês: nunca vi brilho mais poderoso e intenso! É, sem dúvida, uma pedra pela qual muita gente faria uma loucura… Inclusive, pagar milhões de dólares!!!

Beijo, beijo, meninas!

Miguel Alcade

 

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