Miguel Alcade Bridal Atelier | Camafeu, uma joia vintage e romântica
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Camafeu, uma joia vintage e romântica

Camafeu, uma joia vintage e romântica

Meninas, a onda vintage se instalou na moda e manda avisar que vai continuar firme, inclusive no mundo dos casamentos! Eu adoro, pois essa pegada abriu espaço para as joias mais clássicas, que em função da sofisticação e elegância, são indicadas para eventos de todos os estilos. Na carona dessa tendência, despontaram na Europa as joias com camafeus, um tipo de medalhão esculpido em pedra.

Essa joia fez muito sucesso nos anos 80, mas a sua história vem de muito longe. O camafeu, do latim “cammaeus” que significa “pedra esculpida”, conquista as mulheres pela sua delicadeza e romantismo. Os primeiros exemplares que se tem registro são da região do Egito e datam do ano de 300 a.C., tendo sido rapidamente incorporados à cultura greco-romana e ao ocidente como um todo.

Usadas como adorno de roupa, objeto decorativo e joia, inicialmente as peças traziam figuras de deuses e personagens mitológicos de devoção. Jovens mulheres do período Helenístico (Império Grego) costumavam carregar consigo camafeus com a figura do deus Eros, também conhecido como Cupido, demonstrando estarem abertas ao amor e ao casamento.

As joias em formato de camafeu eram produzidas a partir de pedras como ágata (principalmente), ônix, sardônica, cristais, ametistas ou citrino. As clássicas joias traziam o alto relevo e continham imagens de deuses, deusas, figuras mitológicas, ou figuras importantes na época.

No início do período romano, os camafeus eram produzidos em formato de importantes membros das famílias que reinavam naquele momento, demonstrando o poder. Na Era Vitoriana era extremamente apreciado. Napoleão Bonaparte foi um grande admirador de camafeus e chegou a inaugurar em Paris (França) uma escola para ensinar a arte do camafeu.

Hoje a cidade de Torre Del Grego, na Itália, é um dos maiores centros de produção camafeus. Os artesãos produzem as suas peças manualmente e da forma que desejar. Um charme retrô, cheio de história e muito romantismo.

Beijo, beijo!

Miguel Alcade

 

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