Miguel Alcade | O eterno fascínio do diamante  
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O eterno fascínio do diamante  

O eterno fascínio do diamante  

 

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Atendendo aos pedidos das minhas noivinhas, princesas e rainhas, que sempre desejam saber mais sobre o mundo das joias, vamos começar uma série especial aqui no blog para falar sobre as gemas e a arte da joalheria, seus mistérios e segredos. O primeiro tema que vou apresentar em profundidade para vocês é o diamante, a gema mais desejada do planeta. Fiquem ligadinhas porque vou contar, em vários capítulos, tudo sobre essa pedra rara e poderosa, que é cercada de encantos e simbologias.

Para que vocês tenham ideia do que essa preciosidade representa, vale saber que o diamante é único em vários sentidos. Assim como a impressão digital, não há dois idênticos. A pedra é a única composta por somente um elemento químico, o carbono. Entre tantas gemas, é a que mais foi desejada por reis, nobres e estrelas de cinema. Conhecido há mais de três mil anos, a pedra atravessou eras e se manteve, ao longo de sua trajetória, como sinônimo de poder, riqueza e beleza.

Na antiguidade, muitos povos associavam o mineral ao amor eterno e ao brilho da vida. Para os gregos os diamantes eram lascas de estrelas que caíram na Terra. Já na Índia antiga, apenas os homens muito poderosos tinham o direito de usar a pedra, buscando nela proteção, sorte e poder. Somente a partir do século 14 é que as mulheres, no Ocidente, começaram a usar diamantes em suas joias. Não é um absurdo, meninas?! Esse caso de amor pode ter demorado um pouquinho para acontecer, mas se tornou eterno. Muda a moda, muda o comportamento da sociedade, só não muda o desejo das mulheres pelo diamante, que será sempre o melhor amigo de todas vocês!



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