Miguel Alcade | Rubi: nobreza, poder e fascínio
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Rubi: nobreza, poder e fascínio

Rubi: nobreza, poder e fascínio

 

Capítulo 1

Meninas, vocês acham que só vocês são apaixonadas por joias? Não é exagero dizer que a humanidade sempre foi fascinada por essas preciosidades.  As mais antigas civilizações cruzaram oceanos, travaram batalhas e desenvolveram técnicas sofisticadas para extrair as gemas das entranhas da terra. Entre as gemas que mais mexeram com o desejo de homens e mulheres está o rubi. E é sobre ele que vamos falar nos próximos capítulos da nossa série especial sobre pedras preciosas.

De coloração avermelhada intensa, logo que foi descoberto o rubi teve a sua tonalidade associada a um carvão em brasa. Dessa atração incontrolável e até um certo temor por algo tão impactante e poderoso, uma série de mitos foi construída, atribuindo magia e espiritualidade a essa gema preciosa.

Os antigos birmaneses atribuíam força e invencibilidade aos rubis, acreditando que os guerreiros que portassem a gema durante as batalhas seriam inatacáveis. Para que essa proteção surtisse efeito, era necessário que a pedra estivesse em contato com a carne, o que fazia com que os guerreiros inserissem a joia sob a pele.

Já os hindus valorizavam a pedra mais do que todas as outras. Isso porque ela tinha a cor do lótus. Dentre as lendas mais recentes, tem-se a ideia de que o rubi seria capaz de prever infortúnios mudando de cor. Reza a lenda que Catarina de Aragão, primeira esposa de Enrique VIII, previu sua desgraça ao perceber que seu rubi escurecera.

Ainda hoje existem diversas crenças sobre os poderes do rubi. Acredita-se em sua capacidade de curar corações feridos, iluminar a vida e desabrochar fortes emoções. É uma preciosidade associada ao amor, à vitalidade, à coragem, à alegria e aos espíritos românticos. E, além de tudo, é de uma beleza hipnotizadora e irresistível, impossível não se apaixonar por uma joia como essa.

Beijo, beijo!

Miguel Alcade

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