Miguel Alcade Bridal Atelier | O nascimento de uma pérola
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O nascimento de uma pérola

O nascimento de uma pérola

 

Pérolas – Capítulo 1

É indiscutível que uma das gemas preciosas mais amadas que existem é a pérola. Utilizada há cerca de 6000 anos, ela é dona de uma beleza toda especial e conquistou – merecidamente!!! – a fama de ser sinônimo de elegância. Particularmente eu tenho uma queda toda especial por essa preciosidade, pois durante anos tive o privilégio de trabalhar com um dos maiores especialistas em pérolas no Brasil, o querido Julio Okubo.

Eu considero a pérola fundamental no porta-joias de toda mulher sofisticada. Para as noivas também elas são sempre uma opção perfeita, romântica e muito feminina, que transmite pureza e um luxo sem ostentação. Ficam lindas em brincos, pentes, tiaras e coroas e, para que vocês saibam mais sobre elas, preparei uma série especial para o blog. Depois dos diamantes, agora vamos trazer para vocês todas as informações sobre as pérolas.

Para começar, vamos tratar do seu surgimento. Chega a ser poético a sua formação, nascendo nas profundezas das águas e nos encantando com sua fascinante beleza. Diferente das outras gemas, que precisam ser lapidadas e polidas, a pérola nasce pronta em sua perfeição. Redondas ou irregulares, mas sempre lindas e brilhantes, são formadas ao acaso, quando uma impureza invade o molusco formador da pérola.

Geralmente, as impurezas são grãos de areia que entram por acaso dentro da ostra no momento em que ela está se alimentando. Na maior parte das vezes, esses grãos são expelidos, mas, quando um ou outro se mantém dentro do molusco, passa a irritá-lo. Ao se ver ameaçada por aquele corpo estranho e sem conseguir expeli-lo, a ostra passa a produzir uma substância especial chamada nácar, que envolve o agente irritante. Essas várias camadas de nácar é que formam a pérola.

Há muitos fatores que predispõe condições favoráveis para a formação das pérolas naturais. Basicamente é tudo o que perturba a tranquilidade das profundezas do mar, como movimentos marítimos, tempestades e inundações que causam fortes correntes e o assentamento de terra. A pérola natural (ou também conhecida como pérola oriental) é, dessa forma, o resultado de um mecanismo de defesa do molusco e, por depender de uma situação tão especial, é extremamente rara. Além disso, permeia diversos mitos e lendas, já que a formação de algo tão belo depende do sofrimento do molusco. Impressionante, não é mesmo? É o que vamos saber mais no próximo capítulo. Não deixe de conferir!

Beijo, beijo!

Miguel Alcade

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